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- 09 janeiro, 2026
- Comprar Imóveis no Paraguai
Mercado Imobiliário no Paraguai em 2026: Crescimento e Oportunidades!
Mercado Imobiliário no Paraguai em 2026: Crescimento e Oportunidades!
O mercado imobiliário no Paraguai vive um momento de forte expansão, consolidando‑se como um dos setores mais dinâmicos da economia do país entre 2025 e 2026. Esse crescimento se reflete tanto no aumento do número de lançamentos quanto na elevação dos valores de venda e locação em áreas estratégicas das principais cidades. Para o investidor brasileiro, esse cenário representa a chance de entrar em um ciclo positivo em fase de amadurecimento, com margem para valorização futura e possibilidades concretas de geração de renda em moeda estrangeira.
Nos principais centros urbanos, como Assunção e Ciudad del Este, a demanda por imóveis residenciais e comerciais tem crescido de forma consistente. No segmento residencial, o interesse se concentra em apartamentos bem localizados, casas em condomínios e loteamentos planejados, destinados a famílias de classe média e média alta que buscam segurança, infraestrutura moderna e facilidade de acesso a escolas, supermercados e centros empresariais. Esse movimento se reflete em um volume expressivo de vendas de unidades novas e usadas, com empreendimentos cada vez mais voltados ao público que valoriza qualidade de vida e praticidade no dia a dia.
No setor comercial, o ritmo é igualmente intenso. Galpões logísticos, salas corporativas, lojas de rua e espaços em shoppings registram procura elevada, impulsionados pelo crescimento do comércio, da indústria leve e dos serviços voltados a consumo interno e exportação. Cidades de fronteira e corredores logísticos, próximos a rodovias importantes e pontos de passagem de mercadorias, tornam‑se polos naturais para instalação de centros de distribuição e operações de e‑commerce, o que estimula a construção de novos empreendimentos e a valorização de imóveis já existentes. O investidor que adquire hoje um ponto comercial bem posicionado tende a encontrar inquilinos com relativa facilidade.
Os terrenos urbanos e periurbanos compõem outro nicho em forte expansão. A população crescente e a melhoria da renda média geram demanda por novos bairros, conjuntos habitacionais e condomínios fechados, fazendo com que áreas antes consideradas periféricas passem a receber infraestrutura de pavimentação, iluminação e serviços públicos. Isso abre espaço para investimentos em glebas maiores, que podem ser loteadas ou desenvolvidas ao longo dos anos, criando margens de lucro significativas para quem pensa no longo prazo. Muitos brasileiros têm optado por adquirir terrenos em zonas em expansão, planejando construir ou revender posteriormente.
Fatores macroeconômicos também explicam o bom momento do mercado. O Paraguai vem apresentando, ao longo dos últimos anos, taxas de crescimento econômico consistentes, inflação relativamente controlada e ambiente de negócios com regras claras para capital estrangeiro. Esse conjunto de fatores contribui para formar um cenário de previsibilidade maior do que o observado em outros países da região, o que é fundamental para o planejamento de empreendimentos imobiliários, que por natureza exigem visão de médio e longo prazo. Para o investidor, essa estabilidade reduz riscos e aumenta a confiança na manutenção de contratos e políticas públicas.
A presença de compradores estrangeiros, especialmente brasileiros, é um capítulo à parte. Muitos migram parte de seu capital para o Paraguai em busca de custos menores, regime tributário mais leve e oportunidades de retorno mais rápido. Em bairros centrais de Assunção, por exemplo, é comum encontrar condomínios com grande participação de proprietários brasileiros, que utilizam seus imóveis tanto para moradia quanto para locação de longo prazo. Em cidades comerciais, há investidores que montam carteiras voltadas exclusivamente a salas de lojas e quiosques em shoppings, apostando no fluxo constante de consumidores.
Naturalmente, nem tudo é crescimento acelerado sem riscos. Assim como em qualquer mercado em alta, é preciso redobrar a atenção na análise de cada oportunidade. Avaliar se a valorização recente foi sustentável, conferir se há infraestrutura prometida e realmente entregue, verificar o histórico da construtora e do corretor, examinar licenças, aprovação municipal e situação registral do imóvel são passos inegociáveis. Um olhar profissional evita cair em promessas de ganho fácil em áreas supervalorizadas ou em projetos que ainda não possuem a solidez necessária.
Para o investidor brasileiro que está de fora observando, o momento atual oferece a chance de entrar enquanto o ciclo ainda está em expansão, mas com um grau de maturidade suficiente para contar com dados reais de ocupação, valorização e demanda. Diversificar entre segmentos – por exemplo, combinar um apartamento para locação de longa duração com uma sala comercial e um terreno em expansão – pode equilibrar risco e retorno. Em síntese, o mercado imobiliário paraguaio entre 2025 e 2026 se posiciona como uma alternativa relevante para quem deseja sair da dependência exclusiva do Brasil e construir uma carteira internacional com boas perspectivas de crescimento.
O mercado imobiliário no Paraguai vive um momento de forte expansão, consolidando‑se como um dos setores mais dinâmicos da economia do país entre 2025 e 2026. Esse crescimento se reflete tanto no aumento do número de lançamentos quanto na elevação dos valores de venda e locação em áreas estratégicas das principais cidades. Para o investidor brasileiro, esse cenário representa a chance de entrar em um ciclo positivo em fase de amadurecimento, com margem para valorização futura e possibilidades concretas de geração de renda em moeda estrangeira.
Nos principais centros urbanos, como Assunção e Ciudad del Este, a demanda por imóveis residenciais e comerciais tem crescido de forma consistente. No segmento residencial, o interesse se concentra em apartamentos bem localizados, casas em condomínios e loteamentos planejados, destinados a famílias de classe média e média alta que buscam segurança, infraestrutura moderna e facilidade de acesso a escolas, supermercados e centros empresariais. Esse movimento se reflete em um volume expressivo de vendas de unidades novas e usadas, com empreendimentos cada vez mais voltados ao público que valoriza qualidade de vida e praticidade no dia a dia.
No setor comercial, o ritmo é igualmente intenso. Galpões logísticos, salas corporativas, lojas de rua e espaços em shoppings registram procura elevada, impulsionados pelo crescimento do comércio, da indústria leve e dos serviços voltados a consumo interno e exportação. Cidades de fronteira e corredores logísticos, próximos a rodovias importantes e pontos de passagem de mercadorias, tornam‑se polos naturais para instalação de centros de distribuição e operações de e‑commerce, o que estimula a construção de novos empreendimentos e a valorização de imóveis já existentes. O investidor que adquire hoje um ponto comercial bem posicionado tende a encontrar inquilinos com relativa facilidade.
Os terrenos urbanos e periurbanos compõem outro nicho em forte expansão. A população crescente e a melhoria da renda média geram demanda por novos bairros, conjuntos habitacionais e condomínios fechados, fazendo com que áreas antes consideradas periféricas passem a receber infraestrutura de pavimentação, iluminação e serviços públicos. Isso abre espaço para investimentos em glebas maiores, que podem ser loteadas ou desenvolvidas ao longo dos anos, criando margens de lucro significativas para quem pensa no longo prazo. Muitos brasileiros têm optado por adquirir terrenos em zonas em expansão, planejando construir ou revender posteriormente.
Fatores macroeconômicos também explicam o bom momento do mercado. O Paraguai vem apresentando, ao longo dos últimos anos, taxas de crescimento econômico consistentes, inflação relativamente controlada e ambiente de negócios com regras claras para capital estrangeiro. Esse conjunto de fatores contribui para formar um cenário de previsibilidade maior do que o observado em outros países da região, o que é fundamental para o planejamento de empreendimentos imobiliários, que por natureza exigem visão de médio e longo prazo. Para o investidor, essa estabilidade reduz riscos e aumenta a confiança na manutenção de contratos e políticas públicas.
A presença de compradores estrangeiros, especialmente brasileiros, é um capítulo à parte. Muitos migram parte de seu capital para o Paraguai em busca de custos menores, regime tributário mais leve e oportunidades de retorno mais rápido. Em bairros centrais de Assunção, por exemplo, é comum encontrar condomínios com grande participação de proprietários brasileiros, que utilizam seus imóveis tanto para moradia quanto para locação de longo prazo. Em cidades comerciais, há investidores que montam carteiras voltadas exclusivamente a salas de lojas e quiosques em shoppings, apostando no fluxo constante de consumidores.
Naturalmente, nem tudo é crescimento acelerado sem riscos. Assim como em qualquer mercado em alta, é preciso redobrar a atenção na análise de cada oportunidade. Avaliar se a valorização recente foi sustentável, conferir se há infraestrutura prometida e realmente entregue, verificar o histórico da construtora e do corretor, examinar licenças, aprovação municipal e situação registral do imóvel são passos inegociáveis. Um olhar profissional evita cair em promessas de ganho fácil em áreas supervalorizadas ou em projetos que ainda não possuem a solidez necessária.
Para o investidor brasileiro que está de fora observando, o momento atual oferece a chance de entrar enquanto o ciclo ainda está em expansão, mas com um grau de maturidade suficiente para contar com dados reais de ocupação, valorização e demanda. Diversificar entre segmentos – por exemplo, combinar um apartamento para locação de longa duração com uma sala comercial e um terreno em expansão – pode equilibrar risco e retorno. Em síntese, o mercado imobiliário paraguaio entre 2025 e 2026 se posiciona como uma alternativa relevante para quem deseja sair da dependência exclusiva do Brasil e construir uma carteira internacional com boas perspectivas de crescimento.
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